14.9.07

o eterno sonhar das letras mínusculas em seu coletivo constante

foi em texto que se força a brotar, coisa esquisita de letras a pulular dentro de cabeça, se forçando pela boca e saindo pelos dedos,

era um monte de letra que ia se amontoando lado a lado, com a função apenas de existir, de exigir a vida negada de uma mente distante, como que palavras para descrever o eterno estado presente de contemplação do nada,

e como que por mágica, no meio daquela confusão de sentidos brota algum objeto comum: o coletivo,

por que naquele momento sem sentido as letras,palavras,frases se dão conta de que algumas palavras insistem de se fazerem IMPORTANTES. se perceber chega a ser agressivo isso de se mostrar MELHOR.

agride mesmo

,mas o estranho é que foram necessários seis parágrafos completos para haver contexto que permitesse três das GRANDES.

façamos um sétimo com uma fonte menos serifada e com mais uma vírgula,

5 comentários:

Cadinho RoCo disse...

Este universo das letras a coporem palavras, a comporem frases, a comporem parágrafos, a comporem... é tão misterioso quanto envolvente. Isso pra não dizer dos versos, estrofes...
Cadinho RoCo

Cadinho RoCo disse...

Agradeço sua visita ao meu nosso blog. Apareça sempre.
Cadinho RoCo

Rebeca dos Anjos disse...

Bonito e bonito!

Não comentei antes por achar que tinha lição pra mim. Rs!

Te amo.

ludmilesca disse...

Eu já escrevi sobre isso uma vez, mas o mais legal é que vc colocou a palavra da cabeça e só falou do sentimento que ela provocava.

será esse um texto legitimamente imanente? (hahaha gaaaaaaaaasta)

Anônimo disse...

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