30.10.09

oãmartnoc

Gabriel era sujeito de cabeça que se sabia prática.

Pois que ainda em caráter de pequeno aprendeu que o trânsito tinha sentido. A experiência ensinou e ele aprendeu a atravessar a rua olhando para o sentido que os carros vinham.

morreu atropelado na contramão

6 perspectiva(s):

to0T4L disse...

Isso que dá acreditar em tudo o que os outros falam. E assim morremos dariamente, em todos os sentidos, pela falta do próprio.

Rebeca dos Anjos disse...

É. A praticidade também engana. Números às vezes não mostram tudo, análises são desmascaradas pelo improvável e o coração, sufocado, desiste de insistir na sua proópria voz (de tão emocional que é).

A gente continua vivendo procurando o equilíbrio. Acho que estamos no mundo pra isso.

Tô num momento tão prático da vida, que até me senti mal: tomara que eu não morra na contramão! =/

Beeeijo querido!!

vonomatopeia disse...

morre na contramão quem na acredita no coração

su disse...

O acaso espreita todos os lados e não tem em conta o esperado e o previsível...

ludmilesca disse...

Eu fui atropelada com 8 anos por um carro na contramão mané, zoa não!

fabiano Silmes disse...

Às vezes os caminhos certos e as atitudes corretas são as mais perigosas quando o acaso entra em jogo...Ele é contras as regras e não perdoa aquele que não sabe improvisar...

Abraços.