(influenciado pelo ultimo CD do Los Hermanos)
Ah, coração meu!
Ainda por aqui?
Quem diria?
E esta lá! Pra quem quiser ver! É só olhar! Ora, vire a cabeça! E sinta como retine!!!!!
Retine
Em carne, é física!
Em sonho, é filosofia!!!
E quantas exclamações!!!!! Tantas e tantas que vão se amontoando uma atrás da outra.
Dando ritmo e compasso!
E que sapeca! Nem se escondia. Nem via motivos!
Dançava ao som das exclamações.
Era a coragem, sabia! Tinha tanto, e nenhuma vontade de guardar!
O sorriso era maior que si mesmo, tinha que colocar pra fora...
Dançava pra isso!
Não queria parar nunca.
29.8.05
27.8.05
O conceito do Escravo Feliz

Queria se afogar sozinho naquele mar de esperança, se jogar sorrindo daquele prédio de expectativas.
E cantava aquela música diferente de todas as outras.
E cada um cantava uma música diferente de todas as outras.
Mas estava misturado. Misturado em uma multidão. E de longe aquilo soava como sinfonia...
A gata
Era uma gata que fugia de carinhos, tão boba. Até irritava. Estavamos lá oferecendo toda nossa amabilidade e aquela criatura, bichinho de quatro patas, corria como um míssil.(Será que míssil corre?). Como podia? Como era idiota aquele bicho! Não podia reconhecer nas nossas intenções depois de anos de convívio toda boa intenção que tinhamos em nossos olhos, amor humano!
E agora tinhamos um cachorrinho. Tão pequeninho, tão bonitinho. Esse gostava de carinho. Não podia ser exemplo? Será que aquela gata, com nome de menina, não percebia que dódoi nela não fariamos?.
Mas quem disse que era medo? O homem! Quando tinha fome a criatura não nos procurava? E quem era idiota? Ô, arrogância de homo sapiens. Seria difícil perceber o que era tão óbvio? A gata não tinha medo de nós! Nem tinha motivos para isso... A gata simplesmente não gostava de carinhos.
A gata não queria carinhos. Dizia: "Deixe-me em paz!"
Humanos...
(esse texto poderia estar melhor...)
E agora tinhamos um cachorrinho. Tão pequeninho, tão bonitinho. Esse gostava de carinho. Não podia ser exemplo? Será que aquela gata, com nome de menina, não percebia que dódoi nela não fariamos?.
Mas quem disse que era medo? O homem! Quando tinha fome a criatura não nos procurava? E quem era idiota? Ô, arrogância de homo sapiens. Seria difícil perceber o que era tão óbvio? A gata não tinha medo de nós! Nem tinha motivos para isso... A gata simplesmente não gostava de carinhos.
A gata não queria carinhos. Dizia: "Deixe-me em paz!"
Humanos...
(esse texto poderia estar melhor...)
24.8.05
Instante momento em um tempo infinito
E pensava em amores,
Amores amados,
Amores idos,
Amores inventados,
E sorria todos esses amores. Um sorriso ressequido em tempos maltrapilhos, reprimido em cantos de uma boca conformada na monotonia da linha reta. Mesmo assim um sorriso, e um sorriso de verdade.
Vázio de significado, mas pleno de emoção. Era um sorriso sem função.
Apenas um sorriso.
E era exatamente aquela ausência de sentido que o fazia sorrir naquele momento, agora era aquela felicidade sem causa que o fazia sorrir. Um ciclo tinha se formado bombeado ininterruptamente pelo orgão que pulsava.
Pulsava para as pernas.
Pulsava para os braços.
Pulsava para a cabeça.
E que cabeça, diriam.
Chamavam de cabeça grande desde que completara os quinze anos. Não entendia e nem via tamanha deformidade naquele corpo, flagelo, magrelo que carregava a alma já a tantas luas.
Mas sorria o sorriso dos francos que não podem negar que nos olhos dos outros não podem olhar.
Aqueles olhos.
Ora verdes, ora castanhos. Ora rebeldes, olhos mutantes. Que se ajustavam, diálogavam. Se alteravam, e perscrutavam. Olhos que queriam saber, olhos que queriam olhar.
Olhar para tudo.
Olhar com todas maneiras de olhar.
Sabiam inventar, olhos sapecas. Juntavam palavras que não tinham sentido:
Arco-íris de pastel,
Sonhos com cheiro de azul,
Banhos de intenções de bicicletas.
Achavam-no bobo. Até era bobo.
Mas conhecia a manobra. Cansado. Abria os olhos!
Mas se vinha caminhão esquivava. Olha que coisa! Passou de raspão!
Mas sinceridade, não pegou não!
Sinceridade era aquela,
Não queria ruído.
Queria entender o que os outros entendiam. Falava o que sentia, perguntava sentidos. Queria partilhar sentidos. Queria direção comum. Comunicar e aprender.
E tudo aquilo, em uma gota de pingo de água.
Amores amados,
Amores idos,
Amores inventados,
E sorria todos esses amores. Um sorriso ressequido em tempos maltrapilhos, reprimido em cantos de uma boca conformada na monotonia da linha reta. Mesmo assim um sorriso, e um sorriso de verdade.
Vázio de significado, mas pleno de emoção. Era um sorriso sem função.
Apenas um sorriso.
E era exatamente aquela ausência de sentido que o fazia sorrir naquele momento, agora era aquela felicidade sem causa que o fazia sorrir. Um ciclo tinha se formado bombeado ininterruptamente pelo orgão que pulsava.
Pulsava para as pernas.
Pulsava para os braços.
Pulsava para a cabeça.
E que cabeça, diriam.
Chamavam de cabeça grande desde que completara os quinze anos. Não entendia e nem via tamanha deformidade naquele corpo, flagelo, magrelo que carregava a alma já a tantas luas.
Mas sorria o sorriso dos francos que não podem negar que nos olhos dos outros não podem olhar.
Aqueles olhos.
Ora verdes, ora castanhos. Ora rebeldes, olhos mutantes. Que se ajustavam, diálogavam. Se alteravam, e perscrutavam. Olhos que queriam saber, olhos que queriam olhar.
Olhar para tudo.
Olhar com todas maneiras de olhar.
Sabiam inventar, olhos sapecas. Juntavam palavras que não tinham sentido:
Arco-íris de pastel,
Sonhos com cheiro de azul,
Banhos de intenções de bicicletas.
Achavam-no bobo. Até era bobo.
Mas conhecia a manobra. Cansado. Abria os olhos!
Mas se vinha caminhão esquivava. Olha que coisa! Passou de raspão!
Mas sinceridade, não pegou não!
Sinceridade era aquela,
Não queria ruído.
Queria entender o que os outros entendiam. Falava o que sentia, perguntava sentidos. Queria partilhar sentidos. Queria direção comum. Comunicar e aprender.
E tudo aquilo, em uma gota de pingo de água.
19.8.05
Das percepções
Diz-se escrever poesia.
Pois eu vos digo viver poesia.
Pois eu vos digo sentir a poesia.
Porque o perceber é escrever, é criar. O que é o ato de viver se não um grande ato de criação. Criação para dentro porque dessa forma você se contrói e criação para fora porque é daí que você cria o mundo em que esta habitando. Assim cada ser senciente é responsável pela história de sua vida.
Deixo claro que não quero tirar a responsabilidade das costas de um poder constituído de lutar por um bem comum a todos. Estou expondo um ponto de vista individual. Que acredito que deva ser seguido levando em consideração a relação indíviduo-percepção-mundo.
Não é uma forma de dizer você é feliz por que não quer! Mas sim de dizer, e você pode ver a beleza em toda parte. E nesse momento vai perceber que pode sorrir e que a vida é bela.
Mesmo tendo que ser lutada.
Poéticas de rua
Duas vezes já aconteceu.
Este empírico em sua condução coletiva comum(muito chamada de ônibus corriqueiramente) e percebe toda uma poesia de sobrevivência.
Crianças e jovens aproveitam de formas criativas aquele momento mágico(trágico?) em que o semáforo emitia aquele código vermelhoque dizia para os carros: "parem" e para estes jovens: "Vivam".
1º momento
Uma sincrônia perfeita. Um balé! Um balé! Os jovens colocavam as embalagens de doces que vendiam nos retrovisores dos carros. O código era simples e funcional: Se o motorista puxasse a embalagem para dentro, iria comprar o produto. Como sabiam o preço? Simples, afixado a embalagem existia um papelzinho "xerocado" que informava. Mas o que me impressionou mais ainda era a maneira como sabiam que tinham pouco tempo para que a luz indicasse outro movimento para os veículos. E como voltavam rápidamente para coletar aquelas embalagens ainda sem dono...
O balé de esforço e suor tinha acabado em mais um ato;
2º momento
Este foi bem rápido, e infelizmente não pude ver com tanta atenção quanto gostaria. Enquanto o dito ônibus passava pude ver em outra via o que considerei simplesmente espetácular. Três crianças, coitadas, três! Uma em cima da outra enquanto a que estava mais a cima fazia malabarismos com tres esferas que podiam ser bolas de tênis ou limões(mais facilmente)!!! Não pude deixar de virar o rosto impressionado com a habilidade daquelas crianças! Impressionante!
Que potencial, que potencial... Mas nós damos mais valor aqueles poderosos que ficam dentro de nossas máquinas de ver longe... E não vemos toda a poesia de sobrevivência que esses jovens passam diariamente.
Uma vez uma amiga me críoticou ao ver beleza em montes de fotos de pessoas miseráveis. Dizia ser estética da pobreza... ou alguma coisa assim. Mas isso não é verdade, é apenas o perceber toda a beleza que existe nesses seres humanos e em suas lutas contra aqueles que pertencem ao lado negro da força...
Malditos...
Agora tenho que ir trabalhar. Estou doente e com a face direita doendo, mas tenho que trabalhar!
Poéticas de sobrevivência.
Pois eu vos digo viver poesia.
Pois eu vos digo sentir a poesia.
Porque o perceber é escrever, é criar. O que é o ato de viver se não um grande ato de criação. Criação para dentro porque dessa forma você se contrói e criação para fora porque é daí que você cria o mundo em que esta habitando. Assim cada ser senciente é responsável pela história de sua vida.
Deixo claro que não quero tirar a responsabilidade das costas de um poder constituído de lutar por um bem comum a todos. Estou expondo um ponto de vista individual. Que acredito que deva ser seguido levando em consideração a relação indíviduo-percepção-mundo.
Não é uma forma de dizer você é feliz por que não quer! Mas sim de dizer, e você pode ver a beleza em toda parte. E nesse momento vai perceber que pode sorrir e que a vida é bela.
Mesmo tendo que ser lutada.
Poéticas de rua
Duas vezes já aconteceu.
Este empírico em sua condução coletiva comum(muito chamada de ônibus corriqueiramente) e percebe toda uma poesia de sobrevivência.
Crianças e jovens aproveitam de formas criativas aquele momento mágico(trágico?) em que o semáforo emitia aquele código vermelhoque dizia para os carros: "parem" e para estes jovens: "Vivam".
1º momento
Uma sincrônia perfeita. Um balé! Um balé! Os jovens colocavam as embalagens de doces que vendiam nos retrovisores dos carros. O código era simples e funcional: Se o motorista puxasse a embalagem para dentro, iria comprar o produto. Como sabiam o preço? Simples, afixado a embalagem existia um papelzinho "xerocado" que informava. Mas o que me impressionou mais ainda era a maneira como sabiam que tinham pouco tempo para que a luz indicasse outro movimento para os veículos. E como voltavam rápidamente para coletar aquelas embalagens ainda sem dono...
O balé de esforço e suor tinha acabado em mais um ato;
2º momento
Este foi bem rápido, e infelizmente não pude ver com tanta atenção quanto gostaria. Enquanto o dito ônibus passava pude ver em outra via o que considerei simplesmente espetácular. Três crianças, coitadas, três! Uma em cima da outra enquanto a que estava mais a cima fazia malabarismos com tres esferas que podiam ser bolas de tênis ou limões(mais facilmente)!!! Não pude deixar de virar o rosto impressionado com a habilidade daquelas crianças! Impressionante!
Que potencial, que potencial... Mas nós damos mais valor aqueles poderosos que ficam dentro de nossas máquinas de ver longe... E não vemos toda a poesia de sobrevivência que esses jovens passam diariamente.
Uma vez uma amiga me críoticou ao ver beleza em montes de fotos de pessoas miseráveis. Dizia ser estética da pobreza... ou alguma coisa assim. Mas isso não é verdade, é apenas o perceber toda a beleza que existe nesses seres humanos e em suas lutas contra aqueles que pertencem ao lado negro da força...
Malditos...
Agora tenho que ir trabalhar. Estou doente e com a face direita doendo, mas tenho que trabalhar!
Poéticas de sobrevivência.
18.8.05
A respeito do Tempo Parte 15
E viu,
esteve lá o tempo todo
Era tão fácil enchergar
Sempre soube onde estava
Era o tempo...
E andava com passinhos de criança
Aqueles passinhos sapecas de não querer ser visto
Mas não tão ingênuos
Não tão ingênuos
Mas você é bobo
Acredita naqueles passos
Não é a primeira vez
E fecha os olhos
Então, sente a correria
Aqueles passos desesperados
Fogo?
Aonde?
Abre os olhos!
Rápido! Rápido!
E foi...
Já era,
Olhe com cuidado:
Era o tempo...
E andava com passinhos de criança
Aqueles passinhos sapecas de não querer ser visto...
esteve lá o tempo todo
Era tão fácil enchergar
Sempre soube onde estava
Era o tempo...
E andava com passinhos de criança
Aqueles passinhos sapecas de não querer ser visto
Mas não tão ingênuos
Não tão ingênuos
Mas você é bobo
Acredita naqueles passos
Não é a primeira vez
E fecha os olhos
Então, sente a correria
Aqueles passos desesperados
Fogo?
Aonde?
Abre os olhos!
Rápido! Rápido!
E foi...
Já era,
Olhe com cuidado:
Era o tempo...
E andava com passinhos de criança
Aqueles passinhos sapecas de não querer ser visto...
15.8.05
Das possibilidades Capítulo que se perde de vista
Queria escrever-se
Mas faltavam-lhe palavras
Não conhecia os verbetes
O seu repertório de signos era curto
Acabou por se misturar entre letras
tantas conjunções e artigos indefinidos
Apenas se misturava em uma torrente de palavras que não fazia nenhum sentido
Não escrevia-se
Era escrito, mas não,
não estava descrito
Mas faltavam-lhe palavras
Não conhecia os verbetes
O seu repertório de signos era curto
Acabou por se misturar entre letras
tantas conjunções e artigos indefinidos
Apenas se misturava em uma torrente de palavras que não fazia nenhum sentido
Não escrevia-se
Era escrito, mas não,
não estava descrito
12.8.05
Ouvidos Empíricos
Já falei alguma coisa sobre como a visão é incrível. Pra mim é o sentido mais formidável que nós temos, nada como ver cores... Mas alguém já parou para escutar? Simplesmente escutar? As vezes quando saio de caso fico andando e escutando as coisas, carros, serrarias, passos... é uma coisa linda sabe?
Desde que comecei a fezer isso descobri que adoro sons de líquidos, da água borbulhando quando uma colher de açucar cai, de água quando sai de uma garrafa e entra no copo...
Ouçam, ouçam, ouçam!
Desde que comecei a fezer isso descobri que adoro sons de líquidos, da água borbulhando quando uma colher de açucar cai, de água quando sai de uma garrafa e entra no copo...
Ouçam, ouçam, ouçam!
8.8.05
Olhos empíricos
Me deparei com o estonteante Clã das Adagas Voadoras. E nada pode ser descrito aqui que venha a substituir o que pode ser visto. Como é maravilhoso o sentido da visão! Nada que se escreva ou que se ouça pode substituir a maravilha de ver aquelas cores(também é assim no filme A Fantástica Fábrica de Chocolates de Tim Burton)... Quantas cores, e como são colocadas de maneira sensível! No lugar certo!
E os combates são realmente poéticos. As lutas parecem uma mistura de dança e sonho.
Isso, e a música... Maravilhosa...
Vejam, vejam, vejam!
E os combates são realmente poéticos. As lutas parecem uma mistura de dança e sonho.
Isso, e a música... Maravilhosa...
Vejam, vejam, vejam!
Das possibilidades capítulo escondido
Olhou-se no espelho
Não era mais ele
Não era o que ele esperava
Ainda assim era ele
Outros olhos
Outra língua
Ocorreu. era o inesperado
E ainda assim era ele
E foi
Não com quaisquer passos
Mas com os próprios pés
Com eles mesmos
Não poderiam ser com outros
Mesmo querendo serem outros
Poderia se arrastar, correr ou pular
Mas seriam com aqueles pés
Apenas aqueles pés
Aonde quer que quisesse ir
Um passo atrás do outro
Uma vida atrás da outra
Um sonho atrás do outro
Apenas abaixou a cabeça
E disse sim,
[queria dizer não
Não havia como ser diferente
Não havia como se rebelar
Não se fosse de verdade
Não era mais ele
Não era o que ele esperava
Ainda assim era ele
Outros olhos
Outra língua
Ocorreu. era o inesperado
E ainda assim era ele
E foi
Não com quaisquer passos
Mas com os próprios pés
Com eles mesmos
Não poderiam ser com outros
Mesmo querendo serem outros
Poderia se arrastar, correr ou pular
Mas seriam com aqueles pés
Apenas aqueles pés
Aonde quer que quisesse ir
Um passo atrás do outro
Uma vida atrás da outra
Um sonho atrás do outro
Apenas abaixou a cabeça
E disse sim,
[queria dizer não
Não havia como ser diferente
Não havia como se rebelar
Não se fosse de verdade
27.7.05
Do amor parte infinito - 0,125
Procurava outros olhos
espelhos, espelhos
Queria se ver
Procurava olhos
Não quaisquer olhos
Não os seus olhos
Outros olhos
E se viu
E se perdeu...
espelhos, espelhos
Queria se ver
Procurava olhos
Não quaisquer olhos
Não os seus olhos
Outros olhos
E se viu
E se perdeu...
9.7.05
Do amor parte infinito - 0,25
A REUNIÃO DOS DOIS
Era uma reunião
Ele de cabelos desgrenhados e de maneiras debochadas
Ela de corpo simétrico e de passos cronometrados
Cheia de pastas ela vinha
Atrasado ele chegava
48minutos e 12 segundos ela pensava
[do atraso
Apenas um tempinho. “FoI mALL!”
[ele justifica
Aquela era a reunião
Ela com gráficos e argumentos
Ele com sono e avoado
Discutem e discutem
E brigam
[é claro
Nem podia ser de outra maneira...
Ela: “Uma perda de tempo desnecessária!”
Ele: “QuE saCCo de DIscussÃo!”
Parecem que a lugar nenhum vão chegar
Ele não quer desistir
Ela: “Ora, mas estamos no prejuízo!”
Ele nem sonha em desistir
Ela: “São 8 meses, 15 dias e 44 horas no vermelho!”
(Para ele era uma eternidade)
Não iria desistir
Ele acha que vai acabar passando...
E brigam
[é claro
Nem podia ser de outra maneira...
Mais um final de discussão
A razão diz: “Daqui a 3 dias, novamente...”
[esta cansada
“AgEnTe C vÊ
[o coração enrola
Era uma reunião
Ele de cabelos desgrenhados e de maneiras debochadas
Ela de corpo simétrico e de passos cronometrados
Cheia de pastas ela vinha
Atrasado ele chegava
48minutos e 12 segundos ela pensava
[do atraso
Apenas um tempinho. “FoI mALL!”
[ele justifica
Aquela era a reunião
Ela com gráficos e argumentos
Ele com sono e avoado
Discutem e discutem
E brigam
[é claro
Nem podia ser de outra maneira...
Ela: “Uma perda de tempo desnecessária!”
Ele: “QuE saCCo de DIscussÃo!”
Parecem que a lugar nenhum vão chegar
Ele não quer desistir
Ela: “Ora, mas estamos no prejuízo!”
Ele nem sonha em desistir
Ela: “São 8 meses, 15 dias e 44 horas no vermelho!”
(Para ele era uma eternidade)
Não iria desistir
Ele acha que vai acabar passando...
E brigam
[é claro
Nem podia ser de outra maneira...
Mais um final de discussão
A razão diz: “Daqui a 3 dias, novamente...”
[esta cansada
“AgEnTe C vÊ
[o coração enrola
2.7.05
Da educação 67º Capítulo
A educação esta falindo. Uma das instituições que a sociedade parece precisar para manter um sentido e assim continuar sendo, e hoje com o esvaziamento dos sentidos(ver Do esvaziamento dos sentidos, no começo do blog) a comunidade parece querer apenas a existência de certas convenções antigas, pelo ver limitado deste empiríco isso parece dar uma certa tranquilidade, e uma idéia de arraigamento tradicional, mesmo que seu sentido esteja perdido.
Mas não estou aqui para discutir sobre isso.
Atualmente o ensino parece ter uma função principal aos olhos da sociedade(esta função é mais evidente no caso do ensino fundamental e ensino médio) o de possibilitar ao indivíduo ingressar no mercado de trabalho. Isso pode ser visto em cursos mais direcionados a nível do antigo segundo grau. Embora seja muito limitado esses tipos de cursos, parece que o ensino tem dado conta desse ponto.
A antiga função do ensino de formar uma pessoa em diversos campos de saberes parece ter se perdido, não há importância se não vier atrelada a dinheiro e funcionalidade. O aspecto nobre do conhecimento parece ter se perdido.
Mas devemos nos despir de conceitos antigos para ver esses novos. Ora, não é injusto a sociedade exigir um ensino que ajude-a a lidar com situações do dia a dia. A meu ver o ensino deve mesmo ser uma resposta a atualidade em que esta constiuída. O ensino não pode e não deve estar defasado com a realidade em que se encontra. Tem que estar inserido e contextualizado, se não o que se aprende vai se perdendo...
O problema é que assim a vida em conjunto pode ir se descontextualizando. Afinal o que é importante para a sociedade como um todo? Em que direção devemos trilhar?
Se a sociedade dá um bem para o indivíduo, no caso o ensino, esse deve devolver para a sociedade outro bem. Grupos culturais deveriam colocar em questão o que é o bem comum de sua comunidade, e deixar o espaço dialógico aberto para que andássemos na direção de uma sociedade onde as coisas funcionem de forma a satisfazer o máximo possível.
Claro que para isso teriamos que ensinar coisas consideradas inúteis pela deontologia atual, a ideologia de mercado. Mas não seriam inuteis para o bem comum de vida em conjunto.
Um ponto que não irei me aprofundar no momento, embora o indivíduo comum faça críticas ao fato de ter que aprender no ensino médio matérias que não venham a afetar sua vida profissional no futuro, até onde sei isso é positivo pelo fato que se desenvolve espaços diferentes do cérebro, assim criando ligações mais fortes e mais facilidades para resolver problemas.
Mas enfim...
Mas não estou aqui para discutir sobre isso.
Atualmente o ensino parece ter uma função principal aos olhos da sociedade(esta função é mais evidente no caso do ensino fundamental e ensino médio) o de possibilitar ao indivíduo ingressar no mercado de trabalho. Isso pode ser visto em cursos mais direcionados a nível do antigo segundo grau. Embora seja muito limitado esses tipos de cursos, parece que o ensino tem dado conta desse ponto.
A antiga função do ensino de formar uma pessoa em diversos campos de saberes parece ter se perdido, não há importância se não vier atrelada a dinheiro e funcionalidade. O aspecto nobre do conhecimento parece ter se perdido.
Mas devemos nos despir de conceitos antigos para ver esses novos. Ora, não é injusto a sociedade exigir um ensino que ajude-a a lidar com situações do dia a dia. A meu ver o ensino deve mesmo ser uma resposta a atualidade em que esta constiuída. O ensino não pode e não deve estar defasado com a realidade em que se encontra. Tem que estar inserido e contextualizado, se não o que se aprende vai se perdendo...
O problema é que assim a vida em conjunto pode ir se descontextualizando. Afinal o que é importante para a sociedade como um todo? Em que direção devemos trilhar?
Se a sociedade dá um bem para o indivíduo, no caso o ensino, esse deve devolver para a sociedade outro bem. Grupos culturais deveriam colocar em questão o que é o bem comum de sua comunidade, e deixar o espaço dialógico aberto para que andássemos na direção de uma sociedade onde as coisas funcionem de forma a satisfazer o máximo possível.
Claro que para isso teriamos que ensinar coisas consideradas inúteis pela deontologia atual, a ideologia de mercado. Mas não seriam inuteis para o bem comum de vida em conjunto.
Um ponto que não irei me aprofundar no momento, embora o indivíduo comum faça críticas ao fato de ter que aprender no ensino médio matérias que não venham a afetar sua vida profissional no futuro, até onde sei isso é positivo pelo fato que se desenvolve espaços diferentes do cérebro, assim criando ligações mais fortes e mais facilidades para resolver problemas.
Mas enfim...
30.6.05
Do que deve ser escrito Capítulo Parte 15
Alguns diriam que este empiríco seria o pior tipo de analfabeto, e talvez até seja. Meu conhecimento político beira a zero, se alguém que ler isso aqui achar que tem alguma metáfora no que eu disse, eu concordarei, mas a metáfora não esta no "zero", mas sim no "beira". Conheço toda a importância de conhecimento político. Se queremos alguma potência de mudança temos que conhecer o que é o normal, e bem. Temos que utilizar do conhecimento arma. Concordo com todas essas coisas.
Porém quando meus olhos se deparam com aquela linguagem extremamente monótona e dubitável do texto jornalístico, sinto uma certa ansiedade. Este empírico tem tão pouco tempo graças a essa lógica de mercado atual, tão pouco tempo para ler. E há tanta coisa maravilhosa para ser lido neste mundo... Sim me sinto meio culpado de conhecer pouco de política, e até é um projeto corrigir esse erro- queria ser potência de mudança, mas ultimamente não tenho feito isso.
Agora existe algo que discordo: dizem que a ficção, a fantasia, só servem a distanciar o homem dos problemas mundanos. Parece que tudo que deve ser escrito deve ter uma ligação com o prático, com o funcional. Se o homem fosse só funcional acho que dificilmente não iria se render a lei da sobrevivência cega. Acredito que deva-se escrever sobre tudo. Acredito que o homem deva escrever sobre o real, sobre a sua vida. E se este homem vive entre elfos e duendes, nós só podemos invejá-lo.
A vida pode ser linda aos olhos humanos, e defini-la com números e funcionalidade, como utilitários práticos não seja a forma "real" de retratar essa vida. Não sei, acho que existe espaço para tudo, para números, filosofia, marxismo e até botânica.
Seus olhos estavam quebrados
Tinha escolhido assim
Cada pedaço de uma cor diferente
Cada espaço de tamanho diferente
E era só um olho
Porém quando meus olhos se deparam com aquela linguagem extremamente monótona e dubitável do texto jornalístico, sinto uma certa ansiedade. Este empírico tem tão pouco tempo graças a essa lógica de mercado atual, tão pouco tempo para ler. E há tanta coisa maravilhosa para ser lido neste mundo... Sim me sinto meio culpado de conhecer pouco de política, e até é um projeto corrigir esse erro- queria ser potência de mudança, mas ultimamente não tenho feito isso.
Agora existe algo que discordo: dizem que a ficção, a fantasia, só servem a distanciar o homem dos problemas mundanos. Parece que tudo que deve ser escrito deve ter uma ligação com o prático, com o funcional. Se o homem fosse só funcional acho que dificilmente não iria se render a lei da sobrevivência cega. Acredito que deva-se escrever sobre tudo. Acredito que o homem deva escrever sobre o real, sobre a sua vida. E se este homem vive entre elfos e duendes, nós só podemos invejá-lo.
A vida pode ser linda aos olhos humanos, e defini-la com números e funcionalidade, como utilitários práticos não seja a forma "real" de retratar essa vida. Não sei, acho que existe espaço para tudo, para números, filosofia, marxismo e até botânica.
Seus olhos estavam quebrados
Tinha escolhido assim
Cada pedaço de uma cor diferente
Cada espaço de tamanho diferente
E era só um olho
29.6.05
Do sentir Parte 21
Eram dois personagens na epopéia do sentir. A tristeza e a alegria.
A primeira era como um buraco negro, tudo tentando sugar para dentro de si, tudo que estava em seu caminho queria. Egoísta, quer destruir o mundo por que acha que seu mundo esta destruído.
A segunda era linda, por onde caminhava espalhava sorrisos, não tirava nada... apenas dava, gostava de presentear.
Tentando espalhar sua graça em espaços vázios.
A primeira era como um buraco negro, tudo tentando sugar para dentro de si, tudo que estava em seu caminho queria. Egoísta, quer destruir o mundo por que acha que seu mundo esta destruído.
A segunda era linda, por onde caminhava espalhava sorrisos, não tirava nada... apenas dava, gostava de presentear.
Tentando espalhar sua graça em espaços vázios.
27.6.05
Do objetivo dos homens cap XVII
Olhou para cima e teve medo
Lá tinha montanha
Lá tinha neblina
Lá tinha?
Olhou para baixo
Podia sentar
Aristóteles dizia que o homem carecia de um sentido para sua vida para se fazer homem. As pessoas precisariam de uma lógica que justificasse suas vidas. Fosse Deus, fosse filosofia, ou o que quer que fosse.
Este empírico acredita nisso, acredita no Devir do Super-homem como objetivo.
O Devir é um constante movimento, para Heráclito tudo o que poderia defenir alguma coisa como existente era o que existia em movimento. Se um homem entrasse em um rio, quando saísse tanto o homem quanto o rio não seriam mais os mesmos. Esse movimento contante de transformação quer seria o Devir.
Pelo que esse empiríco apreendeu de Nieztche, e nem terminei de ler o único livro dele que tive contato, - Alias leiam Assim Falou Zaratustra, a coisa é muito boa - O Super homem é um objetivo que deveria ser buscado pelo homem que procurasse a superação. Os homens não deveriam se satisfazer com aquilo que é dito normal e imposto por uma instância dita maior, mas procurar crescer nunca se satisfazendo consigo mesmos.
No que entendi de Assim Falou Zaratustra, o Super Homem é um movimento que não acaba em vida, ele precede a vida dos homens. Assim o movimento em direção do Super Homem, que chamo aqui de Devir do Super Homem, é uma tarefa atemporal e infinita.
A superação deve ser o objetivo do homem.
E é nisso que esse empiríco acredita.
Lá tinha montanha
Lá tinha neblina
Lá tinha?
Olhou para baixo
Podia sentar
Aristóteles dizia que o homem carecia de um sentido para sua vida para se fazer homem. As pessoas precisariam de uma lógica que justificasse suas vidas. Fosse Deus, fosse filosofia, ou o que quer que fosse.
Este empírico acredita nisso, acredita no Devir do Super-homem como objetivo.
O Devir é um constante movimento, para Heráclito tudo o que poderia defenir alguma coisa como existente era o que existia em movimento. Se um homem entrasse em um rio, quando saísse tanto o homem quanto o rio não seriam mais os mesmos. Esse movimento contante de transformação quer seria o Devir.
Pelo que esse empiríco apreendeu de Nieztche, e nem terminei de ler o único livro dele que tive contato, - Alias leiam Assim Falou Zaratustra, a coisa é muito boa - O Super homem é um objetivo que deveria ser buscado pelo homem que procurasse a superação. Os homens não deveriam se satisfazer com aquilo que é dito normal e imposto por uma instância dita maior, mas procurar crescer nunca se satisfazendo consigo mesmos.
No que entendi de Assim Falou Zaratustra, o Super Homem é um movimento que não acaba em vida, ele precede a vida dos homens. Assim o movimento em direção do Super Homem, que chamo aqui de Devir do Super Homem, é uma tarefa atemporal e infinita.
A superação deve ser o objetivo do homem.
E é nisso que esse empiríco acredita.
25.6.05
Do amor parte infinito - 0,5
Muito se falou do amor.
Filosofos falam do amor, poetas falam do amor, cientistas falam do amor,
ministros da fé falam do amor.
E muito ainda se falará do amor(acredito). Mas poucos deles saberão do que estão falando tão bem quanto os músicos. A maneira mais clara de se falar do amor para este empiríco é com música, só com a música parece que se consegue atingir um ponto profundo em nós que nada tem a ver com consciência, números ou toque, e esse ponto sabe-se lá Deus onde esta se estabelece, se conecta com esse bem maior, e se encherga.
Filosofos falam do amor, poetas falam do amor, cientistas falam do amor,
ministros da fé falam do amor.
E muito ainda se falará do amor(acredito). Mas poucos deles saberão do que estão falando tão bem quanto os músicos. A maneira mais clara de se falar do amor para este empiríco é com música, só com a música parece que se consegue atingir um ponto profundo em nós que nada tem a ver com consciência, números ou toque, e esse ponto sabe-se lá Deus onde esta se estabelece, se conecta com esse bem maior, e se encherga.
24.6.05
A respeito de Deus Parte inteligível
Me lembro de um professor que falava em tom jocoso sobre os rumos da crença em Deus nos dias atuais. Ele críticava o fato de hoje cada um ter seu Deus pessoal, a religião não dizia mais que era a Entidade Suprema, era cada indíviduo. Aquilo batia direto com algo que eu acreditava, eu também tinha meu Deus pessoal, e aquilo me incomodava um pouco. A verdade é que a engrenagem de sociedade nos individualiza tanto nos dias atuais que criamos cada um de nós príncipios éticos diferentes, e um Deus só não consegue dar conta dessa multiplicidades de pessoas que querem dar um sentido, e uma justificativa, para suas vidas.
Este empiríco acreditava(e ainda gosta de acreditar) que se existisse mesmo um Deus, ele não seria esse Gugu Liberato que as pessoas acreditavam Ele ser. Deus não estaria no "Acredite que você ganha", ele estaria em uma força que cada indíviduo pudesse receber na situação que estivesse, por pior que fosse, que o diria: "Você aguenta, tente. Pode dar errado, mas viva". Só assim na limitada visão desse empiríco Deus estaria realmente para todos.
Um filósofo disse uma vez(acho que foi Spinoza, mas posso estar errado) que se Deus existisse ele estaria muito acima de nossa compreensão. Isso é algo em que acredito, se existe mesmo algo sobre nossas cabeças, uma cabeça que planejou tudo isso, e que participa do jogo de uma forma contínua, Alguém que esta em todos os lugares, e não é passado, presente ou futuro -esse é o Deus cristão é claro, mas existem exemplos inteligíveis em outras crenças, só não conheço-as bm para colocar como exemplo- então esse Alguém esta acima de nossa percepção. E como esta empiríco conciente disso poderia achar que sua experiência limitada como ser humano sujeito a uma percepção errada da vida fosse mesmo dar conta desse Deus.
Como esse ser minúsculo poderia olhar cara a cara com esse Super Indíviduo que projetou desde o nada até o tudo e dizer para ele o que era certo ou errado?
O empiríco prefere reconhecer a sua ignorância de Deus a reconhecer esse a enlata-Lo...
Este empiríco acreditava(e ainda gosta de acreditar) que se existisse mesmo um Deus, ele não seria esse Gugu Liberato que as pessoas acreditavam Ele ser. Deus não estaria no "Acredite que você ganha", ele estaria em uma força que cada indíviduo pudesse receber na situação que estivesse, por pior que fosse, que o diria: "Você aguenta, tente. Pode dar errado, mas viva". Só assim na limitada visão desse empiríco Deus estaria realmente para todos.
Um filósofo disse uma vez(acho que foi Spinoza, mas posso estar errado) que se Deus existisse ele estaria muito acima de nossa compreensão. Isso é algo em que acredito, se existe mesmo algo sobre nossas cabeças, uma cabeça que planejou tudo isso, e que participa do jogo de uma forma contínua, Alguém que esta em todos os lugares, e não é passado, presente ou futuro -esse é o Deus cristão é claro, mas existem exemplos inteligíveis em outras crenças, só não conheço-as bm para colocar como exemplo- então esse Alguém esta acima de nossa percepção. E como esta empiríco conciente disso poderia achar que sua experiência limitada como ser humano sujeito a uma percepção errada da vida fosse mesmo dar conta desse Deus.
Como esse ser minúsculo poderia olhar cara a cara com esse Super Indíviduo que projetou desde o nada até o tudo e dizer para ele o que era certo ou errado?
O empiríco prefere reconhecer a sua ignorância de Deus a reconhecer esse a enlata-Lo...
23.6.05
A respeito de Deus Parte incompreensível
A beleza existe até nas possibilidades,
acho que principalmente nas possibilidades.
Sem dúvida sou agnóstico, não consigo mais negar essa realidade.Para acreditar no sagrado se precisa crença. A crença necessita falta de dúvida.
Ora no universo de coisas experimentada pelo empiríco Deus é uma grande questão.
Se por um lado não se pode ter certeza de sua existência, do outro não se pode provar sua não existência. Este empiríco acredita que o movimento do homem para Deus é natural. Ora, somos animais, vivemos toda a história evolutiva nos especializando a sobreviver, só aqueles mais aptos a sobreviver é que geravam herdeiros. Imagine o que acontece quando aquela ameba que sabia se esconder como tal ganha a consciência que existe, e de bônus que vai acabar. Não é dificil de imaginar que aquela ameba precisaria de subterfugios para acreditar que não iria terminar sua existência, sobreviver é o que sabia fazer melhor. Mesmo assim o fato do caminho para Deus ser natural não é prova de que Ele não exista, e sim que poderia ser inventado mesmo que não existisse.
Do outro lado temos todas as teorias e realidades físicas, biológicas, astronômicas e etc. Tudo que temos em nossa volta do menor átomo até uma super nova, do sentimento de proteção de uma marmota americana pelos seus descendentes até a paixão de um garoto pela sua professora. Tudo isso carrega um sentimento de perfeição infinita, parece que alguém criou uma sinfonia meticulosa, uma obra de arte na visão deste empiríco. Mas esse parecer não confirma a Sua existência, pode mesmo ser tudo apenas uma coincidência cósmica. Quando se trata de uma centena de milhares de anos(ou o quer que seja o tempo que exista o resto das coisas sobre nossas cabeças) uma coisa impossível vai se tornando bem passível de acontecer...
Apenas não sei, mas uma coisa posso confessar, por mais agnóstico que seja, prefiro ficar entre religiosos preocupados com o destino de minha alma do que mundanos que me transformam em vantagem numérica...
acho que principalmente nas possibilidades.
Sem dúvida sou agnóstico, não consigo mais negar essa realidade.Para acreditar no sagrado se precisa crença. A crença necessita falta de dúvida.
Ora no universo de coisas experimentada pelo empiríco Deus é uma grande questão.
Se por um lado não se pode ter certeza de sua existência, do outro não se pode provar sua não existência. Este empiríco acredita que o movimento do homem para Deus é natural. Ora, somos animais, vivemos toda a história evolutiva nos especializando a sobreviver, só aqueles mais aptos a sobreviver é que geravam herdeiros. Imagine o que acontece quando aquela ameba que sabia se esconder como tal ganha a consciência que existe, e de bônus que vai acabar. Não é dificil de imaginar que aquela ameba precisaria de subterfugios para acreditar que não iria terminar sua existência, sobreviver é o que sabia fazer melhor. Mesmo assim o fato do caminho para Deus ser natural não é prova de que Ele não exista, e sim que poderia ser inventado mesmo que não existisse.
Do outro lado temos todas as teorias e realidades físicas, biológicas, astronômicas e etc. Tudo que temos em nossa volta do menor átomo até uma super nova, do sentimento de proteção de uma marmota americana pelos seus descendentes até a paixão de um garoto pela sua professora. Tudo isso carrega um sentimento de perfeição infinita, parece que alguém criou uma sinfonia meticulosa, uma obra de arte na visão deste empiríco. Mas esse parecer não confirma a Sua existência, pode mesmo ser tudo apenas uma coincidência cósmica. Quando se trata de uma centena de milhares de anos(ou o quer que seja o tempo que exista o resto das coisas sobre nossas cabeças) uma coisa impossível vai se tornando bem passível de acontecer...
Apenas não sei, mas uma coisa posso confessar, por mais agnóstico que seja, prefiro ficar entre religiosos preocupados com o destino de minha alma do que mundanos que me transformam em vantagem numérica...
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